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Segundo o diretor da Vigilância em Saúde, Walter Clavera, a preocupação com a dengue não deve acontecer apenas no verão, mas durante todo o ano.
“Sendo uma cidade industrial, Jaraguá tem muito fluxo de cargas que podem trazer o mosquito de locais onde a situação é declarada como fora de controle. A maior preocupação é evitar o contágio aqui no município”, afirma.
Para isso, é importante não deixar acumular água em terrenos baldios, latas, embalagens, copos plásticos, tampas de refrigerantes, pneus velhos, vasos e jarros de plantas, garrafas, caixas d’água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos, calhas e lixeiras, entre outros.
Em 2011, Jaraguá teve 11 focos do mosquito, além de 29 casos de suspeita da doença e sete casos confirmados.
Focos da dengue preocupam Vigilância Epidemiológica
A Vigilância Epidemiológica de Jaraguá do Sul detectou neste ano dois focos da larva do mosquito transmissor da dengue nos bairros Jaraguá Esquerdo e Czerniewicz.
Os focos foram identificados através do monitoramento de 700 armadilhas dispostas em locais que representam possíveis focos mosquito (cemitérios, ferros-velhos, transportadoras, etc.).
Segundo o diretor da Vigilância em Saúde, Walter Clavera, a incidência de dois focos em um período de nove dias é preocupante, apesar da situação no município estar controlada. “Por isso, o cidadão deve combater focos de acúmulo de água, áreas propícias para o desenvolvimento do mosquito”, diz.
A Vigilância está monitorando um caso suspeito da doença na cidade: um homem de 45 anos, que havia voltado do Mato Grosso do Sul. O resultado do exame enviado ao Lacen, em Florianópolis, ainda não foi divulgado, mas o paciente passa bem.
